Homem é preso após suspeita de agressão, suposto furto de celular e uso de dinheiro da vítima em Peixoto de Azevedo

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Um homem de 37 anos foi preso pela Polícia Militar no sábado (12), em Peixoto de Azevedo-MT, durante o atendimento de uma ocorrência de violência doméstica. Contra ele também havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Comarca de Matupá.

Segundo informações registradas pela Polícia Militar, a ocorrência foi atendida por volta das 13h30, no Centro Antigo. A vítima, uma mulher de 32 anos, relatou aos policiais que teria sido agredida pelo suspeito com socos e pontapés.

Ainda conforme o relato, o homem teria levado o aparelho celular da vítima e realizado transferências bancárias utilizando valores que pertenciam às reservas financeiras dela.

Após diligências, os policiais localizaram o suspeito no bairro Jerusalém, nas proximidades de uma mercearia. Durante a abordagem, ele teria informado que havia vendido o celular por R$ 300 e que estava com R$ 92.

Os militares deram continuidade às buscas para recuperar o aparelho. A esposa do homem que teria comprado o celular foi localizada e informou que o marido não estava na cidade, mas que o aparelho permanecia na residência do casal.

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Segundo a PM, a mulher entregou voluntariamente o celular aos policiais, permitindo que o aparelho fosse recuperado e apreendido.

Durante a confecção do Boletim de Ocorrência, os militares realizaram uma consulta e constataram que havia um mandado de prisão preventiva contra o suspeito, expedido pela Comarca de Matupá, relacionado a um caso de lesão corporal no contexto de violência doméstica.

Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Peixoto de Azevedo para as providências cabíveis. Conforme a Polícia Militar, ele foi apresentado sem lesões corporais.

O registro policial também aponta ocorrências anteriores envolvendo o suspeito, incluindo registros relacionados a ameaça, lesão corporal, violência doméstica e condução de veículo sob influência de álcool. Esses registros são anotações de ocorrências e não equivalem, por si só, a condenações criminais.

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