Mulher pede ajuda à Polícia Militar após relatar histórico de violência doméstica em Marcelândia

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Uma ocorrência de possível violência doméstica e psicológica mobilizou a Polícia Militar na tarde desta sexta-feira (14/08), em Marcelândia. A equipe foi acionada por volta das 12h15, após uma solicitação feita pelo recepcionista do Hospital Municipal.

Segundo as informações repassadas à Polícia Militar, o recepcionista temia pela própria integridade física, pois o companheiro de uma paciente permanecia do lado de fora da unidade de saúde.

A guarnição compareceu ao local e conduziu os envolvidos à Delegacia de Polícia, inicialmente sem constatar lesões aparentes.

Na delegacia, a mulher relatou que convive com o homem há aproximadamente três anos e afirmou existir um histórico de episódios recorrentes de violência no relacionamento.

Segundo o relato, a vítima teria apresentado episódios de desmaio em razão de fraqueza alimentar e, inicialmente, o companheiro teria se recusado a levá-la para atendimento médico. O casal reside em uma propriedade localizada a aproximadamente 35 quilômetros da área urbana.

Posteriormente, conforme relatado pela mulher, o homem a levou ao Hospital Municipal. Durante o atendimento, após receber orientação médica, ela decidiu procurar ajuda e relatou às autoridades que vinha sofrendo violência psicológica.

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A vítima também apresentou aos policiais fotografias de hematomas antigos, que, segundo seu relato, teriam sido provocados em uma agressão anterior envolvendo um facão.

Ela informou ainda que havia sofrido outra agressão no mês anterior e que realizaria um exame de raio-X para verificar uma possível fratura no braço.

O caso foi encaminhado à autoridade policial, que deverá analisar os relatos, os registros apresentados e demais elementos para apurar as circunstâncias das supostas agressões e adotar as medidas previstas em lei.

O homem, de 37 anos, possui registro anterior por ameaça.

A ocorrência reforça a importância de buscar ajuda diante de situações de violência doméstica. Denunciar pode ser o primeiro passo para interromper um ciclo de agressões e garantir proteção à vítima.

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